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Economia

Procon Campos fiscaliza práticas de preços abusivos do arroz em supermercados

Redação TRC
By Redação TRC
Atualizado pela última vez em: 9 de maio de 2024
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Foto: Divulgação/Procon
Foto: Divulgação/Procon

Com a tragédia das chuvas do Rio Grande do Sul, o arroz, item essencial da cesta básica, está escasso nas prateleiras dos supermercados de Campos. O Estado produz 70% de todo o arroz no Brasil. De acordo com a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), os produtores do estado devem colher 7,48 milhões de toneladas ao final desta safra. Mas essa previsão foi divulgada antes do evento climático. Com isso, a Secretaria de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) está atenta para a prática de preços abusivos do item. Alguns estabelecimentos já emitiram comunicado de que venda do arroz está limitada por cliente.

De acordo com o secretário do Procon, Carlos Fernando Monteiro, as equipes já estão na rua em fiscalização.

“Já recebemos informações de pessoas que compraram grande quantidade de arroz para revender nos mercados pequenos de bairros a R$ 45 cada saco de 5 quilos. Os nossos agentes estão fiscalizando hoje e amanhã (quinta e sexta-feira), aplicando autos de constatações, verificando notas fiscais de vendas para saber se estão praticando preços abusivos”, afirmou.

 

O secretário pede calma à população neste momento. “Acredito que está havendo uma precipitação dos consumidores. Pelas notícias nacionais que estamos acompanhando, não vai faltar arroz. A própria Federação das Associações de Arrozeiros do Estado do Rio Grande do Sul (Federarroz) garante que não vai faltar arroz sob alegação que o item já colhido no estado garante o abastecimento do país. Os consumidores não precisam estocar em casa”, orienta o secretário.

 

Segundo Carlos Fernando Monteiro, o esvaziamento do arroz nas prateleiras dos supermercados pode provocar o aumento do preço do arroz. “Esta onda está causando todo este clamor e se os consumidores continuarem esvaziando as prateleiras e acabar os estoques, provavelmente o preço vai subir, conforme a lei de mercado”, comentou.

*Com informações da Secom

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