O pré-candidato a governador Eduardo Paes (PSD) cumpre agenda em Campos nesta semana e se reuniu com representantes do Sindicato dos Ceramistas na manhã desta quinta-feira (9), quando foram apresentados os principais problemas enfrentados pelo setor na região. O ex-prefeito do Rio citou o atraso das obras na Estrada dos Ceramistas, a falta de segurança na Baixada Campista, entre outros temas.
“A Baixada Campista tem mais de 100 cerâmicas. É daqui que sai o tijolo que constrói casas, escolas e hospitais no estado inteiro. E esse setor pede o básico. O Estado abandonou o principal corredor logístico do Norte Fluminense por causa de 6 quilômetros”, afirmou o pré-candidato, referindo-se ao trecho que ainda falta ser concluído.
Com relação à segurança, Paes disse que os destacamentos da Polícia Militar em Poço Gordo, São Martinho, Tocos, Sabonete e Baixa Grande estão todos fechados. O pré-candidato também citou outras questões burocráticas que envolvem o Sindicato dos Ceramistas, como o licenciamento ambiental.
“Eu tenho que cumprir esse compromisso com o setor: concluir a RJ-238, recuperar a RJ-196, reativar o destacamento de Baixa Grande, reforçar o policiamento na Baixada Campista, descentralizar o licenciamento para os municípios preparados, criar uma norma simples para o licenciamento e uma linha de crédito estadual para modernizar a indústria”, concluiu.
O Tá Rolando na Cidade solicitou um posicionamento ao Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Rio de Janeiro (DER-RJ) sobre a conclusão das obras na Estrada dos Ceramistas, assim como à Polícia Militar, para esclarecer a situação dos destacamentos na Baixada Campista. Até o momento, não houve retorno.