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Um legítimo Garotinho: Wladimir coleciona denúncias e estranhas transações

Redação
By Redação
Atualizado pela última vez em: 30 de julho de 2021
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Contrato milionário com empresa de Iluminação investigada, pagamento a ONG que é alvo da CPI da Covid, denúncia sobre ligação com tráfico de drogas para comprar votos.

Essas são apenas algumas polêmicas que marcam o currículo da curta carreira política de Wladimir, um legítimo integrante de Clã Garotinho.

 

 

 

 

Caso da Iluminação – A Prefeitura de Campos publicou em abril um contrato de adesão à Ata de registro de preços nº 0009/2020 do município de Duque de Caxias, para contratação de empresa de iluminação pública. O acerto é com a empresa HASHIMOTO MANUTENÇÃO ELÉTRICA E COMÉRCIO LTDA CNPJ (MF) sob Nº 03.319.489/0001-57.

O contrato, cujo valor publicado no DO é de R$ 10.831.166,96, é assinado pelo secretário de Serviços Públicos Frederico de Mattos Rangel.

 

 

 

 

Com Rafael Diniz o valor era R$ 4 milhões mais barato – O Pregão na gestão passada foi de R$ 6,7 milhões.

ONG da CPI: A polêmica Associação Filantrópica Nova Esperança (AFNE), volta ao foco do noticiário local e nacional. Dessa vez, a ONG de Campos foi citada por Wilson Witzel em seu depoimento á CPI da Covid, no Congresso Nacional, onde o ex-governador afirmou que trata-se de uma empresa de fachada para realizar desvios de verba pública, que atuava sob o comando de líderes do PSC e do seu ex-secretário de Saúde, Edmar Santos. Apesar de todo o histórico da empresa e da situação atual, o município de Campos já repassou para a ONG R$ 211.420,39 durante a gestão de Wladimir Garotinho. Apesar do valor considerável, não é informado qual serviço a ONG vem prestando ao município.

 

 

Acusado por ligação com tráfico e compra de votos – O Ministério Público Eleitoral do Rio Janeiro (MPE-RJ) emitiu parecer pela condenação do prefeito de Campos, Wladimir Garotinho (PSD-RJ), a oito anos de inelegibilidade.

O processo é decorrência da eleição de 2018, quando Wladimir disputou um mandato na Câmara Federal.

Na época, no âmbito da Operação Verde-Oliva, interceptações telefônicas demonstraram que o então candidato era o único autorizado a fazer carreatas no Parque Eldorado, mediante autorização do tráfico de drogas.

A liberação se deu por meio de negociações com traficantes locais, intermediadas pelo assessor de Wladimir, Júlio Cesar Xavier Ribeiro, o Julinho Jubiraca.

 

 

Atualmente, Jubiraca é nomeado em cargo comissionado na Prefeitura.

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